Aaaaaaaaaahhhh…

15 / Julho / 2008

Tabacaria

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 11:25 am

“Que sei do que serei, eu que não sei o que sou?

Ser o que penso?

Mas eu penso tanta coisa…”

4 / Julho / 2008

Jorge Luis Borges

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 8:10 pm

Dos diversos instrumentos utilizados pelo homem, o mais espetacular é, sem dúvida, o livro.

Os demais são extensões de seu corpo.
O telescópio, da visão; o telefone, da voz; o arado e a espada, do braço.

O livro é uma extensão da memória e da imaginação.

10 / Junho / 2008

Guarda na manga – III

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 6:07 pm

Telefone do Security da Telefonica

0800-772-1015

7 / Maio / 2008

Alice Ruiz

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 11:17 am

de tanto não poder dizer
meus olhos deram de falar
só falta você ouvir.

24 / Abril / 2008

Aleluia

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 6:14 pm

Rubem Alves

Eu amaria e respeitaria um deus que não temesse o pensamento e que me dissesse, como desafio: “Ouse pensar!”
Eu amaria e respeitaria um deus que desafiasse os homens a abandonar suas conchas para se tornarem seres alados!

18 / Janeiro / 2008

Guarujá

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 9:54 am

Roberto Freire

Quero dizer que te amo só de amor.
Sem idéias, palavras, pensamentos.
Quero fazer que te amo só de amor.
Com sentimentos, sentidos, emoções.
Quero curtir que te amo só de amor.
Olho no olho, cara a cara, corpo a corpo.
Quero querer que te amo só de amor.

11 / Janeiro / 2008

Guarda na manga – II

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 10:15 am

Telefone da Ouvidoria da NET

0800-7010180

8 / Janeiro / 2008

Guarda na manga

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 4:38 pm

Telefone do Ombudsman da Telefonica

0800-7751212

7 / Janeiro / 2008

2008

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 5:02 pm

Resolução de Ano Novo: esquecer do passado e lembrar do corpo.

21 / Dezembro / 2007

Causos

Arquivado em: Uncategorized — cuenco @ 10:55 am

Eduardo Galeano

Nos antigamentes, dom Verídico semeou casas e gentes em volta do botequim El Resorte, para que o botequim não se sentisse sozinho. Este causo aconteceu, dizem por aí, no povoado por ele nascido.
E dizem por aí que ali havia um tesouro, escondido, na casa de um velhinho todo mequetrefe.
Uma vez por mês, o velhinho, que estava nas últimas, se levantava da cama e ia receber a pensão. Aproveitando a ausência, alguns ladrões, vindos de Montevideo, invadiram a casa.
Os ladrões buscaram e buscaram o tesouro em cada canto. A única coisa que encontraram foi um baú de madeira, coberto de trapos, num canto do porão. O tremendo cadeado que o defendia resistiu, invicto, ao ataque das gazuas.
E assim, levaram o baú. Quando finalmente conseguiram abrí-lo, já longe dali, descobriram que o baú estava cheio de cartas. Eram as cartas de amor que o velhinho tinha recebido ao longo de sua vida.
Os ladrões iam queimar as cartas. Discutiram. Finalmente, decidiram devolvê-las. Uma por uma. Uma por semana.
Desde então, ao meio-dia de cada segunda-feira, o velhinho se sentava no alto da colina. E lá esperava que aparecesse o carteiro no caminho. Mal via o cavalo, gordo de alforjes, entre as árvores, o velhinho desandava a correr. O carteiro, que já sabia, trazia sua carta nas mãos.
E até São Pedro escutava as batidas daquele coração enlouquecido de alegria por receber palavras de mulher.

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